Deixas-me assim inquieta, À beira da loucura... Ora me amas, ora me odeias, E isso dá-te um prazer sádico De homem-poeta, Que toca ternura Nessa música em que me enleias No teu amor tão mágico.
Nesta paixão desmedida Que fico enredada, Sonho com tua voz E ouço-a até a dormir. E, já arrependida De não estar embrulhada Nessas tuas palavras que nós Queremos em conjunto mentir